“Sou um dos deputados mais fiéis ao Bolsonaro”, diz Barbudo

Midia News
O deputado federal Nelson Barbudo (PSL) afirmou nesta segunda-feira (29) ser um dos parlamentares mais fieis ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), não tendo votado em nenhuma pauta desfavorável ao Governo. 
Recentemente, o site da Revista Época divulgou uma lista com sete deputados e um senador do PSL que o presidente Jair Bolsonaro consideraria tê-lo traído na crise interna da sigla. Dentre os nomes, estava o de Barbudo.
Bolsonaro está em rota de colisão com o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar. A briga, inclusive, pode levar o presidente a deixar o partido.
“Procurem onde o Bolsonaro disse que eu sou traidor. Ache uma palavra dele. Não houve. Aconteceu todo esse barulho em Mato Grosso. Eu nunca dei um voto contra o Governo. Eu sou o terceiro do PSL que mais deu votos para Bolsonaro”, disse Barbudo.
Questionado sobre se uma possível desavença política pode ter levado à "plantação" da informação na revista, Barbudo afirma ter certeza de que se trata de "fogo amigo", ou seja, de que a informação veio de alguém do partido.
“Eles queriam atingir a Joice Hasselmann, Felipe Francischini, Delegado Waldir e mais um. E um caboclo do PSL, que eu não vou falar o nome, falou: ‘Põe o nome daquele barbudão, eu não gosto daquele m...’ O cara me contou. Usou meu nome, cara. Onde que eu tive um entrevero com o Bolsonaro?”, indagou.
Ele disse que após a publicação procurou o presidente na pessoa do ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos. Conforme Barbudo, o general lhe disse que a questão já estava clara para Bolsonaro e que ele sabia que a notícia era falsa. 
Foi então que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) ligou para Barbudo para marcar um encontro. Na ocasião, o filho do presidente gravou um vídeo falando da fidelidade do peesilista

A lista

O site da Revista Época divulgou no dia 15 de outubro uma lista com os nomes de Barbudo, os deputados Delegado Waldir (GO), Júnior Bozzella (SP), Joice Hasselmann (SP), Julian Lemos (PB), Nereu Crispim (RS) e Felipe Francischini (PR) como sendo um dos “traidores” do presidente. Na lista ainda figurava o senador Major Olímpio (SP).
Os nomes foram divulgados após o presidente entrar em rota de colisão com o presidente da sigla, Luciano Bivar.

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